INIBIDOR DE AROMATASE COMO TERAPIA ADJUVANTE NO TRATAMENTO DE CÂNCER DE MAMA

  • Karollyne Pinheiro CAMPOS
  • Fellipe José Gomes QUEIROZ UNIPLAN
  • Eloisa Elena CANGIANI UNIPLAN
Palavras-chave: inibidores de aromatase; terapia hormonal; câncer de mama

Resumo

RESUMO: Os inibidores de aromatase são um novo desenvolvimento no tratamento endócrino do câncer de mama com receptor de estrogênio positivo em mulheres na pós-menopausa. O tamoxifeno inibe o crescimento de tumores de mama pelo antagonismo competitivo do estrogênio no local do receptor. Suas ações são complexas e também tem efeitos agonistas parciais que podem ser benéficos, pois podem ajudar a prevenir a desmineralização óssea em mulheres na pós-menopausa, mas também prejudiciais, uma vez que estão associados a riscos aumentados de câncer uterino e tromboembolismo. O presente artigo tem como objetivo revisar o atual papel dos inibidores de aromatase no câncer de mama durante a terapia hormonal adjuvante e avaliarmos seu potencial para uso clínico.  Trata-se de um estudo transversal/descritivo de revisão de literatura. A busca de dados inclui consensos, estudos transversais e estudos na língua portuguesa e/ou inglesa. No tratamento da doença avançada, o letrozol é convincentemente melhor do que o tamoxifeno, e o anastrozol é tão efícaz quanto. É possível que os inibidores da aromatase de terceira geração tenham um papel importante na quimioprevenção, mas deve ser feito o monitoramento cuidadoso da desmineralização óssea e outros problemas potenciais durante a terapia. Palavras-chave: inibidores de aromatase; terapia hormonal; câncer de mama.

Publicado
2019-05-29